sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
PROJETO: GERAÇÃO AVANÇADA, CRIANÇA DIGITALIZADA
PROFESSORAS: ADRIANE E MEIRIELEM
TURMA: PRÉ II A
Desenvolvemos este projeto pelo motivo de que hoje em dia
a maioria das coisas envolve a tecnologia. Além de que este assunto é do
interesse de nossas crianças.
Muitas das tecnologias atuais as crianças já conhecem,
mas se mostrarmos uma mais antiga, eles nem imaginam o que é.
Conhecemos a máquina digital, como funciona, levamos para
sala um modelo com pilha e outro com bateria.
Logo após eles tiraram foto de quem quiseram na nossa
sala. Todas participaram dessa atividade com muita emoção, pois tiveram o
privilégio de tirar suas próprias fotos.
Conhecemos algumas máquinas fotográficas mais antigas que
usava filme, e as crianças neste dia puderam manusear o
filme fotográfico e até identificaram as fotos tiradas.
Para melhor entendimento sobre o assunto realizamos um passeio até a lan house onde as
crianças tiveram a oportunidade de
observar vários computadores ligados em
uma única sala, desenvolvendo assim noções de linguagem escrita e oral na
formação de seu nome no computador que logo em seguida foi imprimido para
melhor visualização das crianças.
Montamos um espaço em sala de aula com máquinas de
escrever, que utilizamos para desenvolver a escrita das crianças de uma forma
lúdica e prazerosa onde as crianças adoraram.
Em uma das atividades realizadas em sala de aula que foi
a escrita da carta e sua comparação com o email, fomos visitar o correio, que
as crianças puderam conhecer como funciona o trabalho de seleção de cartas e a
separação das mesmas, coma são entregues. Conheceram um dos funcionários do
correio que entrega as cartas , o carteiro que lhes contou que as cartas são
entregues de moto, bicicleta e até mesmo a pé.
Para divertir nossa sala trouxemos para sala um karaokê,
que as crianças puderam soltar a voz
cantando diversas músicas explorando assim a sua oralidade.
Como já tinham acesso ao computador trouxemos um not book
para a sala onde obsevaram as diferenças de um com o outro.
Finalizando o nosso projeto confeccionamos alguns
materiais tecnológico com sucatas e
realizamos uma feira de ciências, convidando todos do Cmei para visitarem nossa
feira, onde nossas crianças realizaram comentários sobre todos os equipamentos
tecnológicos que apresentamos para eles.
PROJETO: A BELEZA DA ÁFRICA NO BRASIL
PROJETO: A BELEZA DA ÁFRICA NO BRASIL
PROFESSORAS: FÁTIMA E IRMA
TURMA: PRÉ I B
O
presente projeto foi elaborado por nós professoras, Aparecida de Fátima Garcia
e Irma Aparecida Alves, que será desenvolvido no Centro de Educação Infantil
Ciranda do Saber, com a turma do Pré I B, com um total de vinte e cinco alunos
com faixa etária entre quatro e cinco anos de idade.
Esse projeto tem
como finalidade de se fazer refletir, discutir e viabilizar ações concretas de
mudança da mentalidade preconceituosa que nos cerca.
O que se sabe é que nossa sociedade é formada de
indivíduos de diversas etnias, religiões e opiniões políticas diferenciadas o
que muitas vezes tem gerado situações de conflito.
Cabe a nós professores e mediadores do processo de
transformação escolar, assumir o compromisso de ultrapassar o limite de ações, levando
nossos alunos a compreender que existe pessoas com opiniões, formas de agir,
pensar e de ser, diferentes entre si.
Portanto, respeitar essas diferenças é uma atitude
inteligente e conviver com elas, pode enriquecer o conhecimento que cada um de
nós já possui.
A criança é um
sujeito social e histórico, pois faz parte de uma família e de diferentes
grupos sociais. Sendo assim, em seus vínculos com outras pessoas, estabelece
relações onde é marcada e deixa suas marcas também, possuindo um jeito singular
que a caracteriza como ser humano.
Esse jeito próprio de ser de cada um possibilita uma
interação de diferenças que se organizam por meio de um processo de constantes
relações.
Assim, o convívio com as diferença as possibilita na
ampliação de horizontes tanto para o professor quanto para a criança e isso
permite a conscientização de que a realidade de cada um é apenas parte de um
universo maior e que oferece escolhas.
Segundo os Rcneis (1998):
“A criança é um ser social, que nasce com capacidades
afetivas, emocionais e cognitivas. Tem desejo de estar próxima às pessoas e é
capaz de interagir e aprender com elas e de forma que possa compreender e
influenciar seu ambiente.”
Além disso, a criança participa também de ambientes além
do Cmei, bem como: festas populares de sua cidade ou do seu bairro, igreja,
feira, clubes, parques e desse modo, tem as mais diversas experiências das
quais resultam valores, crenças e conhecimentos.
A sociedade brasileira é rica em diversidade étnica e
cultural, apresentando características
próprias segundo a localidade ou região em que o Cmei ou escola esteja inserido
e que possibilite sua convivência com
outras crianças e adultos de origem e hábitos culturais diferenciados, aprender
novas brincadeiras e adquirir conhecimentos sobre realidades distantes.
Sarmento (2007) afirma que:
“Como membros da sociedade, as crianças herdam a cultura
dos adultos e são socializadas nesta cultura a partir das interações com seus
pais e outros familiares. Mas elas próprias produzem cultura”.
O que se observa na sociedade atual, é que essa
diversidade, seja de determinados grupos de pessoas diferentes entre si, com
diferentes opiniões, desejos, ideias e diferentes formas de expressão, tem
gerado conflitos, o que possivelmente acarreta uma série de problemas,
especificamente falando, desigualdade e preconceito.
Portanto, elaboramos esse projeto com o intuito de
mostrar aos nossos alunos essa diversidade de pessoas e a importância de saber
respeitar para ser respeitado. Sendo assim, através das atividades trabalhadas
eles possam conhecer sua história, entendendo que eles são diferentes entre si
e com histórias de vida diferentes também.
O que buscamos com isso é desenvolver com nossas crianças
a compreensão da diversidade humana.
O antropólogo americano, Clifford Geertz (1998), já
afirmava que: “É necessário apreender todo o caráter de uma das várias culturas
e, também as diferentes pessoas que integram várias culturas, para então,
encontrar a humanidade face a face.”
Então para que seja incorporada pelas crianças uma
atitude de aceitar os colegas e compreender as diferenças e particularidades de
cada um, nós professoras devemos demonstrar através de nossas atitudes, simples
gestos como: de respeito, de amizade, de amor e carinho para com todos, já que
por sua vez somos modelo idolatrado e imitado por muitas delas.
Nosso trabalho no dia a dia para o desenvolvimento desse
projeto terá como meta, e ao mesmo tempo, o desafio de mudar atitude e comportamento para amenizar conflitos e
promover a igualdade. Por mais que às vezes achamos que nossas crianças sejam
imaturas para tais objetivos, temos de arriscar, pois toda a semente plantada,
um dia cresce e dá grandes frutos que no nosso caso chamamos de resultados.
Temos de reconhecer que em todos os ambientes nos
deparamos com pessoas diferentes e que temos que respeitar e conviver para se
viver melhor e mais feliz.
Segundo Mattos: “Reconhece-se na visão a concepção de que
as pessoas percebam as diferenças entre os seres humanos, os respeitem, os
aceitem e contribuam para que todos tenham as mesmas oportunidades na sociedade
da qual fazem parte”.
Percebe-se de imediato que as diferenças entre pessoas se
expressam no plano das coisas materiais, religião, personalidade, inteligência,
físico, etnia, sexo e cultura.
Essas diferenças acabam gerando desigualdade entre
pessoas, e ela torna-se sinônimo de discriminação, injustiça e exclusão.
Portanto, ser excluído ou discriminado é uma forma de
preconceito. Segundo, qualquer
dicionário, preconceito significa não tolerar, não aceitar algo que seja
diferente.
Hoje se tratando de Brasil, racismo ou preconceito nos
sugere rever nossa história há alguns anos atrás: ser humano exercendo poder
sobre os demais, brancos, negros, índios e a miscigenação, trabalho escravo e
etc.
No Brasil atualmente, o povo afrodescendente ainda sofre
preconceito de várias formas. Por esse motivo nosso projeto dará uma atenção
toda especial a esse povo sofrido, povo rico em cultura e que ajudou muito no
desenvolvimento da nossa nação.
“Na instituição de educação infantil, a criança encontra
possibilidades de ampliar as experiências que traz de casa e de outros lugares,
de estabelecer novas formas de relação e de contato com uma grande diversidade
de costumes, hábitos e expressões culturais.” (Rcneis, 1998).
Acreditamos que o presente projeto e o nosso trabalho em
si, possibilitará as nossas crianças, tanto o conhecimento de hábitos, costumes
e valores relativo ao povo afrodescendente e sua forte influência na formação
do povo brasileiro, quanto permitir que elas estabeleçam relações entre seu dia
a dia e esses hábitos costumes e crenças herdadas deles como: vestuário,
música, jogos, brincadeiras, brinquedos, alimentação e etc.
A nossa intenção é que as crianças possam ter
noção e ao mesmo tempo, refletir sobre a cultura compartilhada no seu meio
social, tendo a preocupação em não haver constrangimento e também não
incentivar a discriminação, mas tentar despertar em cada um a consciência de
que somos todos iguais perante Deus e diferentes perante os homens e essa
diferença é que deve ser respeitada.
Viver de bem com Deus e com seu semelhante, pois debaixo
da pele branca ou negra corre sangue vermelho.
Juntos e misturados. Diferentes ou iguais. Que diferença
isso faz?
Nenhuma. E viva a DIVERSIDADE!
Iniciamos essa
aula com a leitura informativa sobre o gorila, devido ao fato de que ao
mostrarmos imagens sobre os animais africanos, ele foi o animal que mais chamou
à atenção das crianças.
A confecção do
álbum gigante partiu da ideia de que seria interessante registrarmos algumas
atividades consideradas relevantes ao longo o projeto. Na capa, além do nome do projeto, colamos
imagens de alguns animais.
A primeira atividade registrada no álbum foi o desenho do
gorila feito por uma de nossas crianças.
Olha só o orgulho da turma em mostrar o nosso álbum.
Terminamos essa semana com exibição do filme “Tarzan, o
rei da selva”. Este desenho animado conta da história de um menino que num
acidente perde seus pais e é criado por uma família de gorilas.
Nessa aula contamos a história do elefantinho que tinha
mania de querer tudo para ele, se esquecendo da necessidade dos outros.
Isso tornava um elefantinho egoísta.
Então juntamente com
as crianças numa roda de conversa, refletimos e ao mesmo tempo debatemos a
atitude do elefante. Logo em seguida, fizemos a dobradura do elefante.
O interessante que
para nossas crianças não foi difícil fazer a dobradura.
Iniciamos essa aula
com a história “Meu pequeno Chaka”, que fala sobre características, costumes e
hábitos africanos. Mostramos as crianças o continente africano e o sul
americano relacionando África e Brasil.
Em seguida
confeccionamos um globo usando materiais como: bola, jornal, cola e papel
sulfite, além de tinta guache para colorir.
Lemos o poema “Mundo Colorido”, da autora Mari
Barbosa.
Como atividade realizada após a leitura do
poema, cada criança construiu seu mundo colorido.
Como o nosso projeto
fala da beleza africana no Brasil, trabalhamos nossa bandeira, suas cores e
formas geométricas.
Criamos um espaço na sala chamado “SELVA”,
onde fixamos o painel SAVANA AFRICANA.
Esse painel foi confeccionado com a ajuda das
crianças utilizando os seguintes materiais: papel bobina, tinta guache, fita
transparente e cola. Em seguida foram colados os animais africanos estudados
confeccionados com EVA.
Confeccionamos uma
nova chamada e crachás novos.
Cada criança com um
animal de sua preferência, usando sua criatividade na pintura.
Para tornar a
aprendizagem mais significante, confeccionamos portas – retratos para a decoração dos espaços
da sala.
Colocamos músicas
diversificadas onde cada um demonstrou interesse e alegria dançando de acordo
com cada ritmo, com as tiras da cortina.
Decoramos uma caixa
para que deixasse o nosso espaço mais organizado, usando mosaicos africanos
nessa decoração.
A boneca KADJA nasceu
da ideia de criar um mascote para a sala de acordo com o tema do projeto. Ela
foi confeccionada por uma mãe de uma das crianças, já trabalhando a diversidade
com as mesmas.
A escolha do nome
partiu da história contada nas aulas anteriores “África, meu pequeno Chaka”.
Usando bexiga e jornal, confeccionamos juntamente com as
crianças, as máscaras.
Como curiosidade, contamos a eles que tribos africanas
usam máscaras nas festividades como demonstração de sua alegria, agradecimento
das colheitas e em que alguns casos servem para esconder suas tristezas.
Dependuramos
as máscaras de forma que ficassem acessíveis para os momentos de brincadeiras
das crianças.
Confeccionamos um novo alfabeto todo colorido com detalhes de um alfabeto africano.
As crianças puderam colaborar recortando figuras de animais e pessoas que
representam Brasil e África.
Utilizamos folhas de revistas rasgadas para confeccionar
o tapete africano para enfeitar o espaço selva.
Pudemos proporcionar as nossas crianças, o trabalho com
argila, onde puderam conhecer o material, pois até então não conhecia.
Cada criança criou o seu animal, relacionado. Apresentamos
as crianças o poema “DIVERSIDADE”, em forma de painel.
As crianças foram divididas em dois grupos, um grupo
colou papeis coloridos como margem e o outro fez o desenho de interpretação do
poema.
Para enfeitar ainda mais o espaço Selva trouxemos o
gorila Chico que passou a ser integrante do grupo dos animais do tapete
africano.
Tivemos a oportunidade de receber a visita do professor
Jadson e seus alunos.
Eles apresentaram as danças, Capoeira e Maculelê que são
manifestações culturais de origem africana.
Pais e responsáveis dos alunos do nosso Cmei.
Para que os pais tivessem participação no projeto,
realizamos uma palestra com a coordenadora das Comunidades Quilombolas de
Castro, Rosilda de Oliveira Cardoso juntamente com Roni de Oliveira Cardoso e o
professor Maurício. Ambos abordaram assuntos como: preconceito racial,
comunidades quilombolas e valores morais.
Com a colaboração dos pais e preparadoras de alimentos,
preparamos uma deliciosa feijoada. Assim todos puderam se deliciar com a
feijoada que foi servida na hora do almoço.
Além da feijoada tivemos ainda, salada de tomate, couve,
refrigerante e laranja.
Confeccionamos
roupas em estilo africano para um grande desfile. Nossos garotinhos e
garotinhas demonstraram seu potencial com muito charme, elegância, agilidade e
alegria, pois estavam orgulhosos de tanta beleza.
Para
finalizarmos nosso projeto, além do desfile, apresentamos uma dança ao ritmo de
Waka Waka (Esto és África). Com a presença dos pais, professoras e alunos de
nosso Cmei e do Cmei Elizabet Macedo Kugler.
Percebemos que este projeto gerou nas crianças situações
de aprendizagem reais e diversificadas.
Dessa forma, acreditamos que elas estão se formando como
indivíduos críticos, participativos e solidários com os colegas e com outras
pessoas ao longo de suas vidas, percebendo a importância de saber conviver e
aceitar que de um jeito ou de outro somos diferentes em nosso modo de ser, de
agir, de sentir e etc.
Este projeto foi muito importante e gratificante para nós
enquanto professoras, uma vez que nos possibilitou perceber o grande potencial
em cada uma de nossas crianças quando estimuladas e motivadas a trabalhar com o
tema que para nós foi prazeroso e de grande interesse do grupo.
Esse interesse também se evidenciou no desenvolvimento de
atividades envolvendo, recorte e colagem, desenho, pintura, modelagem e por
meio da satisfação manifestada com suas próprias produções, incluindo o desfile
de fantasias e a dança que foi o momento mais marcante do projeto.
Podemos concluir que o resgate da origem, da cultura de
diferentes povos, como o povo africano fez-se muito importante na vida de todos,
pois fez com que pudéssemos ensinar e ao
mesmo tempo aprender juntamente com nossos alunos. Sendo assim, é preciso
favorecer as crianças oportunidades de conhecer e vivenciar de forma
convidativa e prazerosa. Uma vez que o resgate cultural de nossa história
desempenha um importante papel que é o de conduzir as crianças a fatos reais da
vida, contribuindo para que no futuro elas possam sentir orgulho de suas
raízes.
PROJETO: ASA, ASA CADA UM EM SUA CASA
PROJETO: ASA, ASA CADA UM EM SUA CASA
PROFESSORAS: ADRIANE E ONICE
TURMA: PRÉ I A
O projeto Asa, Asa Cada Um Em Sua Casa, foi
desenvolvido pelas professoras Adriane de Oliveira e Onice Barbosa com a turma
de Pré I A no CMEI Ciranda do Saber com a faixa etária de 4 a 5 anos, onde as
crianças descobriram muitas
características de cada cultura e suas diferenças interesses.
Consideramos que nesta faixa etária tudo deve estar voltado para o lúdico.
A ideia de trabalhar moradias surgiu da
conversa do João Pedro chegou contando que iria mudar de casa para uma casa que
não tinha nada e que era mais longe da escola, sendo assim todas as crianças
queriam contar onde moravam e como era sua casa.
É imprescindível para cada criança ter um
lugar para morar, sentir-se segura, conhecer o meio em que vive e valorizar sua
casa e família.
Tivemos como objetivo
em nosso Projeto proporcionar e ampliar o conhecimento sobre moradias a
valorização onde moram que é de grande importância provendo a interação escola
e família.
Explorando o mesmo
com atividades onde as crianças tiveram fácil assimilação de forma lúdica,
percebendo assim a moradia como um lugar de grande importância em sua vida.
Para desenvolvermos as atividades traçamos alguns
objetivos como: estimular a criatividade, imaginação e a fantasia; exteriorizar
emoções e sentimentos; expressar idéias e opiniões espontaneidade; incentivar o
trabalho coletivo; promover a socialização; identificar os principais tipos de
moradias; compreender a importância da mesma para família.
Piaget nos faz entender como nossas crianças são capazes
de construir seus saberes. As crianças são adultas em miniaturas e são capazes
de refletir e possuem um modo mito particular de dar significado a tudo que a
rodeia.
Para Froebel a infância é a etapa mais especial da vida
humana, compreendendo características e peculiaridades próprias como à
curiosidade espontânea a necessidades de movimentos, capacidade de imitar,
inventar, observar, descobrir e desenvolver no espaço cultural.
Cada criança é uma criança, um universo a parte com suas
características.
É preciso, portanto oferecer condições para que a criança
exerça seu pensamento e sua expressão e possa evoluir. “Quanto mais repertorio
ela adquirir” e quanto mais puder experimentar situações diversas e confrontar
o que pensa com pessoas que tem bagagens culturais diferentes (sejam elas
crianças, professores, pais ou outras fontes com as quais tenha contato), mas
chances à de caminhar para a diferenciação.
Nosso objetivo de trabalho foi de promover a integração
entre aluno/ família e CMEI, pois a criança desenvolve vínculos afetivos
resgatando valores morais como: amor ao próximo, respeito, responsabilidade, cooperação, humildade, honestidade, justiça e dignidade.
Foram realizadas diversas atividades, entre elas algumas
merecem destaque.
O nosso projeto teve inicio com a contação da história
dos 3 porquinhos, onde as crianças puderam manusear o livro e diferenciar os tipos de moradias.
Realizamos esse passeio para conhecermos as casas da
comunidade com os nossos alunos e eles mostraram onde moravam.
Nesse passeio os olhos se encheram ao ver e perceber a
diferença dos móveis, brinquedos e como as pessoas viviam naquela época.
Muita atenção e curiosidade em conhecer as tocas dos
índios.
Perguntas surgiram muitas.
Por que não chove dentro da toca?
Por que é de palha?
Todos ficaram
atentos as explicações do Senhor achando tudo muito diferente e interessante, o
modo que os índios vivem.
No passeio no museu logo ao verem os animais empalhados,
surgiram as perguntas.
Eles estão vivos, a professora explicou que não foi bicho
que as pessoas mataram e foi usado o seu coro e empalho. Por que tudo é tão
diferente das que temos hoje.
Realizamos brincadeiras com argila no solário. Depois de
manusear a mesma, confeccionaram uma oca igual a que tinham visto no passeio
que fizeram na Casa da Praça.
Conhecendo as casas dos alunos...
A casa do Christopher e Analine, no passeio pela
comunidade, e a confecção de suas casas.
Foto em frente a casa de Elizeu, tirada no dia do passeio
pela comunidade, e a confecção de sua casa seu pai trouxe até o CMEI.
Em outro momento fizemos um passeio na casa da Tia Onice
onde puderam observar sua construção e nos divertimos muito.
Casa feita pelos pais. Contamos com a colaboração dos
pais para confecção da réplica de suas casas. Para que trouxessem ao Cmei.
Assim começa a construção do bairro dentro da sala de
aula.
Cada criança já consegue identificar a sua casa, só falta
colocar o nome das ruas em que moram.
Em nosso
segundo passeio pela comunidade conhecendo como é feita uma casa.
E manipularam os materiais nela usada. Identificaram quem são as pessoas que ás
constrói.
As reformas da casa da tia Fátima, adoraram ver a máquina
de fazer massa de concreto para colar os tijolos,
Falaram:
─ Essa máquina parece uma batedeira grande igual aquelas
de bater bolo.
Vamos todos colocar a mão na massa, para fazer os pesos
para construção da casa.
Começando as estruturas da casa, com ajuda de todos. Tem
que haver
segurança nessa casa para morar.
Brincando de construir casas com as madeirinhas.
Olha os móveis da casa, é muito legal parece os das
nossas mães.
Visita na Fazenda Capão Alta:
Com esse passeio
as crianças puderam conhecer um pouco da história das pessoas que moravam lá.
As crianças acharam o lugar muito legal e diferente do
que nos dias de hoje.
Construção da maquete do CMEI pintando a placa de isopor para
a confecção da base.
É a hora da montagem das partes da maquete e todos com a
mão na massa. Precisamos da ajuda de todos.
Confeccionamos a casa de doces, para dramatização da
história João e Maria.
Agora é a hora de
confeccionar os doces, bombons e pirulitos para deixar a casa atrativa e
deliciosa.
Casa de doces da bruxa, vamos colar os doces deixando a
casa pronta para chegada de sua dona que é a bruxa.
Montando um bolo no formato de uma casa. Que atividade
para dar água na boca, este bolo foi feito com a ajuda da tia Silvia.
Essa
casa nossa o material é tudo de primeira.
Olha
como ficou lindo.
Hum...
que delícia.
Aqui
estão todos os trabalhadores que fizeram essa obra.
Agora
é só saborear, vamos ver se aprovamos o feitio dessa casa, será que está boa
quanto bonita.
Realizamos
a dramatização da historia João e Maria que foi feita somente para os alunos da
sala, eles ficaram encantados, pois os doces da casa eram de verdade, até os
atores esqueceram suas falas.
Em nossa segunda apresentação da
História João e Maria foi para finalizarmos nosso projeto, foi apresentado para
todas as turmas do CMEI. Com alguns atores diferentes, quem adorou a casa da
bruxa foi João Pedro irmão de Sabrina da Creche I B.
Olha a carinha dele!
No decorrer da realização deste projeto
percebemos o desenvolvimento de cada um de nossos alunos e o entusiasmo com o
qual eles realizavam as atividades, e o mesmo proporcionou momentos de
aprendizado e prazer, ocasionando contato com diferentes tipos de moradias.
Para nos professores foi extremamente
gratificante acompanhar o desenvolvimento individual e coletivo de cada
criança.
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